
A imagem não é o que a empresa é, mas que as pessoas vêem. Ou, em outras
palavras, imagem não é o que você diz, mas o que o outro entende. Cabe ao
interessado em transmitir a identidade o cuidado para que ela seja bem entendida.
Como não se pode entrar na cabeça das pessoas e programar os seus neurônios (e
mesmo se pudéssemos, não seria ético), é importante evitar contradições e
informações dúbias.
Se uma das características de identidade da empresa é atender bem, esse princípio
deve ser sempre respeitado. Senão, ocorre a sídrome da “roupa nova do rei”: a
empresa acha que sua identidade está definida, ótima, linda e bem vestida e o que o
povo está vendo é outra coisa bem diferente.